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"Vila do Conde espraiada entre pinhais, rio e mar". Assim evocava José Régio a terra que o viu nascer, no "Romance de Vila do Conde".

 

E nenhuma outra frase caracteriza melhor a Vila, que hoje é cidade, mas sobre o Conde que lhe deu o nome, ninguém se entende.


Terra antiga, cidade nova. Tudo se encerra na história desta terra, que nasceu da conjugação do mar com os pinhais e as terras aráveis, espelhando-se nas águas do Rio Ave, outra das grandes fontes da sua riqueza.

 

Espartilhada na Idade Média pelos poderes feudais, foi alvo de troca de senhores, desde que Flâmula, em 953, decidiu doar Villa de Comite aos monges do Cenóbio de Guimarães. D. Sancho I decidiu que era uma "jóia" bela que podia adornar a Ribeirinha, dama de seu coração.

 

As freiras vieram depois e ainda que tivessem perdido o senhorio da Vila para a Casa de Bragança, durante a Idade Moderna, dos descobrimentos, Vila do Conde manteve a sua pequenez, em resultado de não possuir termo. Assim, mantinha-se espartilhada pelas terras de Faria, a norte, e pelas Terras da Maia, a sul.

 

Só o Liberalismo fará justiça a Vila do Conde: da pequena freguesia, sem termo próprio, adquire um grande concelho, completamente formado em 1871 à custa dos concelhos vizinhos.

 

Estas e outras histórias serão desenvolvidas neste roteiro pela memória de Vila do Conde e do Concelho.

 

 
 
 

 

 
 
 
 

 

 

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